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ser mulher março 9, 2009

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Ser mulher é viver mil vezes em apenas uma vida, é lutar por causas perdidas e sair sempre vencedora; é estar antes de ontem e depois de amanhã, é desconhecer a palavra recompensa apensas de seus atos.

Ser mulher é caminhar na dúvida cheia de certezas; é correr atrás das nuvens num dia de sol e alcançar o sol num dia de chuva.

Ser mulher é chorar de alegria e muitas vezes sorrir com tristeza; é cancelar sonhos em prol de terceiros, é acreditar quando ninguém mais acredita; é esperar quando ninguém mais espera.

Ser mulher é identificar um sorriso triste e uma lágrima falsa; é ser enganada e sempre dar mais uma chance; é cair no fundo do poço e emergir sem ajuda.

Ser mulher é estar a mil lugares de uma só vez; é fazer mil papéis ao mesmo tempo; é ser forte e fingir que é frágil para ter um carinho.

Ser mulher é comprar, emprestar, alugar, vender sentimentos, mas jamais dever; é construir castelos na areia, vê-los desmoronando pelas águas e ainda assim amá-las.

Ser mulher é estender a mão a quem ainda não pediu; é doar o que ainda não foi solicitado.

Ser mulher é não ter vergonha de chorar por amor; é saber a hora certa do fim, é esperar sempre por um recomeço.

Ser mulher é ser mãe dos seus filhos e dos filhos dos outros e amá-los igualmente; é ser nova quando o coração está a espera do amor, ser crescente quando o coração está se enchendo de amor, ser cheia quando ele já está transbordando de tanto amor e minguante quando este amor vai embora.

Ser mulher é hospedar dentro de si o sentimento de perdão; é voltar no tempo todos os dias e viver, por poucos instantes, coisas que nunca ficaram esquecidas.

Ser mulher é cicatrizar feridas de outros e inúmeras vezes deixar as suas próprias feridas sangrando.

Ser mulher é ser princesa aos 20, rainha aos 30, imperatriz aos 40 e especial a vida toda.

Ser mulher é saber ser super-homem quando o sol nasce e virar Cinderela quando a noite chega.
Ser mulher é, acima de tudo, um estado de espírito; é uma dádiva; é ter dentro de si um tesouro escondido e ainda assim dividí-lo com o mundo. via

10 lições sobre a vida, por Albert Einstein novembro 22, 2008

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  1. Alguém que nunca cometeu erros nunca tratou de fazer algo novo.Ampoule.png
    Em outras palavras, a maioria das pessoas nunca prova coisas novas por temer o fracasso. Não devemos temer as falhas. No geral os perdedores aprendem mais que os próprios vencedores. Nossos erros dão-nos oportunidade de aprender e a crescer com eles.
  2. A educação é o que sobra depois que gente se esquece do que aprendeu na escola.
    Isto é, a educação é o que se aprende sobre a marcha da vida, e não os simples detalhes que alguém memoriza num momento
    determinado.
  3. Ser suficiente artista é ter capacidade de desenhar a imaginação. A imaginação é mais importante que o conhecimento. O conhecimento é limitado. A imaginação envolve ao mundo.
  4. O segredo da criatividade é saber esconder suas fontes.
    No contexto onde Einstein disse isto quis dizer que ainda que possamos ser influenciados por outras grandes pessoas, no momento de subir a um palco devemos deixar atrás essas pessoas e convertemos-nos num indivíduo único e original, que aprende diferentes valores de diferentes pessoas.
  5. O valor de um homem deve medir-se pelo que dá e não pelo que recebe. Não se converta em um homem de sucesso senão num homem de valores.
  6. Existem duas maneiras de viver: Pode viver como se nada fosse um milagre, ou viver como se tudo o fosse.
    Com isto quis dizer que quando nada é um milagre, você tem o poder de fazer que o seja sem limites. E quando tudo é um milagre, você detém se a apreciar até a mais pequena de todas as coisas belas do mundo. Pensar de ambas maneiras proporcionará um vida produtiva e feliz a qualquer um.
  7. Quando examino a mim mesmo e aos meus métodos de pensar, chego à conclusão que o dom da fantasia significa muito mais para mim que qualquer outro talento para pensar positiva e abstractamente.
    Isto é, sonhar sobre todas as coisas que você pode conseguir na vida é a chave para uma vida cheia de positivismo. Deixa que sua imaginação te leve por todo tipo de caminhos e crie ao seu redor o mundo em você desejaria viver.
  8. Para ser um membro imaculado de um rebanho de ovelhas, deve-se, antes de tudo, primeiro ser uma ovelha.
    Ou seja, se você deseja ser um empresário de sucesso, deve começar seu próprio negócio imediatamente.
  9. Deves aprender as regras do jogo. E depois deves jogar melhor que todo mundo.
    Em outras palavras, faça o melhor trabalho possível que possa, como se sua vida dependesse disso, e depois quando não tiver mais contra quem competir, só terá a você para enfrentar. Nesse momento, melhora o melhor que tenha conseguido.
  10. O mais importante de tudo é nunca deixar de se perguntar. A curiosidade tem sua própria razão de existir.
    Com isto Einstein quis dizer que as pessoas inteligentes perguntam. Não deixe de fazer perguntas a você mesmo e a outros para encontrar soluções, pois isto o ajudará a obter conhecimentos e analisar seu crescimento em todos os caminhos da vida.

SERÁ outubro 11, 2008

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Ss.jpgSERÁ

Nas favelas, no senado
Sujeira pra todo lado
Ninguém respeita a constituição
Mas todos acreditam no futuro da nação
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
No amazonas, no araguaia iá, iá,
Na baixada fluminense
Mato grosso, minas gerais e no
Nordeste tudo em paz
Na morte o meu descanso, mas o
Sangue anda solto
Manchando os papéis e documentos fiéis
Ao descanso do patrão
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
Terceiro mundo, se for
Piada no exterior
Mas o brasil vai ficar rico
Vamos faturar um milhão
Quando vendermos todas as almas
Dos nossos índios num leilão
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?

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Criando Espaço para o amor – Rabino David Aaron agosto 18, 2008

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07022007134503g.jpgO verdadeiro amor requer que aceitemos uma pessoa pelo que ela é, sem projetar nela nossos sonhos e fantasias.
Uma relação de dominância não representa o amor. O Judaísmo ensina que amar é criar um espaço dentro de você e também, dar de si mesmo ao próximo. Somente quando duas pessoas se dedicarem e se ajudarem uma a outra numa relação de respeito mútuo e compreensão, poderão experimentar o poder e milagre de um amor verdadeiro.
Então, como tudo isso se relaciona com o conhecido verso da Torá que declara “…e para teu marido será o teu desejo e ele dominará em ti” (Gênesis 3:16).Não seria esta a fonte e a justificativa para a dominância do homem sobre a mulher? A resposta é, “Não, pelo contrário”. A Torá nos diz que se trata de uma maldição, não uma norma e nem um ideal para se seguir. Somos responsáveis por invalidar esta maldição, da mesma maneira que a tecnologia moderna na agricultura a anula “amaldiçoada é o chão para você… os espinhos e cardos lhe trazem … pelo suor de sua testa deverá comer o pão.”
Percebemos como a maldição da dominância é anulada nas relações amorosas de todos os Patriarcas e Matriarcas judeus.
D’us disse a Abraão: “…tudo o que te disser Sara, escuta em sua voz; que de Isaac será chamada a tua descendência” (Gênesis 21:12). A tradição Oral ensina que este verso indica que o senso profético de Sará era mais forte do que o de Abraão. Já o de Rebeca, também. Dificilmente é descrita como subordinada a seu marido, Issac, pois foi ela que, valentemente, persuadiu seu filho Jacob a se passar pelo seu irmão Esaú e vir em frente ao seu pai Isaac, que já estava cego, para conseguir a bênção. Rebeca teve a perspicácia de saber que era seu filho Jacob quem verdadeiramente merecia as bênçãos, e precisou organizar tudo a fim de ajudar Isaac a perceber a triste verdade em relação a seu filho manipulador, Esaú.
Também percebemos que quando Jacob quis sair da casa de seu sogro, precisou obter seriamente, o consentimento de suas esposas Rachel e Leá. Ele não estava disposto a tomar uma decisão sem suas opiniões e consentimento.
Um aluno meu, enquanto procurava por uma pessoa, teve um encontro com um rapaz que fez da maldição da dominância masculina um padrão ideal para seus relacionamentos. No primeiro encontro, perguntou a ela, “Você gosta de cozinhar?”
Ela disse, “Não, eu odeio.”
“Bem,” ele disse, “você gosta de limpar?”
“Não!”
“E de lavar a roupa?”
“Não mesmo.”
Ela percebeu que suas respostas estavam lhe deixando assustado então, disse, “Agora posso lhe fazer uma pergunta?”
“Claro.”
“Por acaso isto é uma entrevista de trabalho?”
Estava claro que o sujeito não procurava por uma esposa, e sim uma empregada. As mulheres tendem a cometer o mesmo erro perguntando sobre as condições financeiras do homem e suas chances de progredir.
Então, por quem estamos procurando?
Os primeiros versos da Torá nos dizem que o ser humano foi criado à própria imagem de D’us. E qual era essa imagem? O primeiro ser humano era um homem e uma mulher juntos, uma entidade única que incluía os dois sexos.”E criou D’us o homem à sua imagem, à imagem de D’us o criou; macho e fêmea criou-os” (Gênesis 1:27).
Nesta união do masculino e feminino, nesta singularidade de opostos, o primeiro ser humano refletia a imagem de D’us, uma unicidade que incluía a diversidade e ainda permanecia um só ser.
Este é um conceito muito importante. Uma pessoa sozinha não reflete a imagem de D’us; já uma pessoa em união com a outra, sim. Então, até que uma pessoa abra espaço para incluir uma outra, e permita que esta faça o mesmo, não temos uma unidade que reflita à imagem de D’us.
A Torá relata este fato, pois após a criação do ser humano, D’us disse: “Não é bom para o homem estar sozinho”.
Deus determinou que o ser humano precisava de um “ajudante,” mas isto foi um pouco antes da Eva ser criada. Ao invés disso, todos os pássaros e animais foram criados e o ser humano deveria nomeá-los. Concluindo, a Torá diz que ele não encontrou uma “parceira”.
Mas, o que tem a ver a nomeação das criaturas com o fato de encontrar uma parceira?
O Midrash explica que D’us estava brincando de casamenteiro. D’us consertava o primeiro ser humano com todos os animais no jardim. Enquanto Adão ia a seus encontros. Bem, imagine Adão, de pé, na entrada do Hotel do Paraíso, esperando ansiosamente, mas quem entra… “Oh…é um elefante! Umm… isto não vai dar certo D’us”.
Pobre Adão. Estava cercado por todos estes animais, mas não era feliz. E porque não poderia ser feliz com uma atraente girafa ou uma pequena galinha? Pois um animal está subordinado ao homem; não é igual a ele. De fato, Adão tinha a ordem de “… e dominai sobre o peixe do mar e sobre a ave dos céus, e em todo o animal que arrasta sobre a terra”. (Gênesis 1:28). Adão não podia superar a solidão e encontrar um amor verdadeiro com um subordinado, uma pessoa que recebe suas ordens.
A Torá é muito clara ao descrever uma esposa apropriada. D’us disse, “farei uma esposa conveniente, que seja kenegdo”, oposta e semelhante a ele. Em outras palavras, D’us criará alguém que, muito positivamente, de forma respeitosa, se manterá firmemente oposta e se dedicará paralelamente a ele.
Um animal pode ser uma grande ajuda para o homem ao fazer seu trabalho, mas não é um ser “significante”. Você não ficará satisfeito na procura de um amor a não ser que seja alguém que saiba que é igual a você e cuja diferença você respeita.
Realidades de um parceiro
Isto não quer dizer que alguns homens inseguros prefiram não ser desafiados. Já ouvi homens se aconselharem, dizendo “Tente arrumar uma menina jovem, uma que você poderá moldar”. E claro, um homem poderia achar alguém jovem e vulnerável e fazer com que esta se ajuste a sua ridícula fantasia de uma esposa que o considerará o senhor e mestre. Mas, só conseguirá isto da vida. Pois, sua existência será solitária e sentirá falta de um compromisso que somente uma “esposa kenegdo” proporcionaria, um relacionamento essencial para o crescimento espiritual. É algo muito triste, porque, deste modo, se privará da oportunidade de ser a manifestação viva de D’us expressa pela habilidade de amar, criando um espaço dentro de si mesmo para incluir uma outra pessoa.
Para poder amar, é preciso se retirar do centro das atenções e criar um espaço para o outro em sua vida. O amor só começa quando isto é feito. Em outras palavras, se você for egocêntrico, não está pronto para o amor, não poderá abrir um espaço suficiente para nutrir o parceiro. E o amor verdadeiro não é só criar um espaço dentro de sua vida para uma outra pessoa, mas também lhe dar seu espaço, respeitando e mantendo-o. É ser parte da vida do parceiro, mas ao mesmo tempo, não ser.
Viva a diferença!
Uma vez que conseguimos nos recuar do centro das atenções e criamos um espaço para uma outra pessoa, devemos desenvolver a sensibilidade de perceber como somos unicamente diferentes um do outro. A tendência é a ver o que temos em comum, e acabamos deixando passar as diferenças. Quando as pessoas dizem “o amor é cego”, é isto mesmo que querem dizer.
Mas o verdadeiro amor não é cego. Este consiste em ver as diferenças, a diversidade, o bem e o mal. Em hebraico, o verbo “ver” está diretamente relacionado ao verbo “respeitar”. E é isto que significa ver com os olhos do verdadeiro amor. O amor verdadeiro exige que observemos, aceitemos e respeitemos aqueles que amamos pelo que eles são, sem projetar nossos sonhos e fantasias neles.
Isto é algo complicado, pois temos a tendência de querer ajustar a pessoa nas nossas figuras imaginárias de amor verdadeiro. E se esta não se encaixa, tentamos modifica-las para que se ajustem.
Mas se tivermos sucesso em não ver só o que temos em comum com aqueles que amamos, mas o que nos faz diferentes, e se apreciarmos e honrarmos as diferenças poderemos dar o próximo passo e nos dedicar àquela pessoa. E simultaneamente, devemos possibilitar nossos companheiros para fazer o mesmo por nós, o que significa permitir que criem um espaço em suas vidas para nós, permitindo que entendam nossas diferenças, fazendo com que possam se entregar ao parceiro.

quintessencia

Site reúne preces e confissões de internautas julho 30, 2008

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Angel Letter L.jpgVocê tem fé? Então o site “Dear God” (Caro Deus) pode ser interessante para você. Acessível pelo endereço http://www.dear-god.net/, a página exibe preces e imagens, independentemente da religião professada pelo internauta.Escrito em inglês, o site apresenta 15 seções, que vão de Belief (Crença) até Stress, passando por Confissões, Morte, Família, Amizade, Fé, Dinheiro, Sexo e outros. Na apresentação, está escrito: “Dear God é um projeto global para as pessoas em todo o mundo compartilharem suas esperanças mais íntimas – e também seus medos – através da prece. Não importa qual é a sua versão de Deus. Jesus, Alá, Buda ou simplesmente a energia espiritual universal.”

O site lembra também que “foi cientificamente provado que as pessoas que oram são mais saudáveis, mais felizes e mais resilientes”. Para participar do projeto, basta fazer o cadastro no site e enviar sua mensagem. É possível enviar uma imagem – ou o site se encarrega de publicar uma foto junto com a sua prece. Os organizadores advertem que o site é totalmente independente e não se trata de nenhum tipo de organização espiritual ou new age, e não tem afiliação ou relação com nenhuma igreja ou grupo religioso ou espiritual. Trata-se, simplesmente, de um lugar para compartilhar esperanças, aspirações e desejos.

Fonte: Terra

Gandhi e o Viajante! junho 9, 2008

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Conta-se que Gandhi, sempre que viajava de trem pela Índia, comprava passagem de terceira classe. Ali os passageiros, como só acontece em alguns outros países, também não cultivavam hábitos de higiene, nem de boas maneiras.
Certa ocasião, quando empreendia uma das suas viagens, ele chamou a atenção de um rapaz que viajava junto a ele no mesmo vagão e que de quando em quando cuspia no chão. Diante da advertência recebida, o moço respondeu indelicadamente e repetiu varias outras vezes o gesto. Gandhi calou-se.
Depois de um bom tempo de viagem, o rapaz pegou no seu violão, dedilhando-o por uns momentos ate afiná-lo, e começou a tocar e também a cantar músicas que exaltavam o grande líder e herói nacional Gandhi.
Quando, finalmente, o trem parou na estação da cidade para onde Gandhi se dirigia, ele se levantou, preparando-se para descer. O jovem, que também ficaria ali, juntou suas coisas para
sair. N a estação, ele percebeu que alguém de certa importância e grande respeito estaria chegando, porque havia uma enorme recepção organizada com músicas instrumentais, fogos de artifício e discursos.
Parou para ver… Era Gandhi quem chegava!
Só quando o viu recebido com tamanha honra e distinção foi que o rapaz se deu conta de que o passageiro a quem havia respondido de maneira tão descortês e insolente era exatamente aquele que havia enaltecido com tanta veemência através das suas canções.
Ele não conhecia Gandhi, mas certamente entendeu que para ele nada significaram suas músicas e o seu cântico.
Essa experiência pode muito bem ser aplicada em relação a DEUS, Ele deseja receber o nosso louvor e numerosas foram às vezes em que Ele mencionou esse seu prazer. Porém, deixou sempre claro que o desejava de maneira humilde, sincera e real.
Citou como exemplo de perfeito louvor àquele que parte da boca das crianças, porque essas na sua pureza e despretensiosamente sabem ser honestas, sinceras e puras.
Condenou o povo que procurava apresentar-lhe honra e louvor superficiais, dizendo:
* “Este povo honra-me com os lábios; e o seu coração, porém, está longe de mim “.

“Contra-invasão”, de Luis Fernando Verissimo junho 3, 2008

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Contra-invasão

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Precisamos protestar contra a invasão do nosso espaço auditivo pela vida alheia.

Luis Fernando Verissimo

Podem me chamar de monstro, mas às vezes me divirto com a possibilidade de que não seja apenas outra lenda urbana que os celulares destroem, aos poucos, o cérebro de quem os usa. Seria um consolo saber que a pessoa da mesa ao lado que discute seus negócios, ou o furúnculo da tia Djalmira, aos berros no celular está fritando o próprio cérebro. E que não demoraria muito para que nós – eu e os outros 17 que resistiram – herdássemos a Terra e voltássemos a nos comunicar civilizadamente, de preferência com silenciosos sinais de fumaça.

No meu caso, é verdade, a implicância com o celular vem de uma certa incompatibilidade com novidades tecnológicas. Decidi que não podia continuar sendo um ignorante numa era de tantas revoluções, mas que meu aprendizado deveria ser sistemático, começando com os mecanismos mais simples e progredindo até chegar à cibernética. E empaquei na torneira. Seria até desonesto tentar entender como a última notícia sobre o furúnculo da tia Djalmira dá a volta ao mundo em ondas a partir de um minúsculo celular se recém entendi como funciona a tesoura. Mas o fato é que precisamos protestar contra a invasão do nosso espaço auditivo pela vida alheia, assim como não-fumantes começaram a protestar contra a invasão dos seus pulmões pela fumaça dos cigarros dos outros e estão ganhando a sua guerra contra o que já ouvi chamarem, com tétrica ironia, de “unearned cancer”, ou câncer imerecido.

Os anticelulares têm menos argumentos do que os antifumo na sua luta, pois fumantes podem apelar para a História em defesa do seu vício invasivo. Nem Hitler, nem Mussolini, nem Franco e nem, presumivelmente, o imperador Hiroíto fumavam. Hitler não só não fumava, como o combate ao fumo fazia parte do programa nacional de saúde nazista. Já Roosevelt fumava com piteira, Stalin fumava cachimbo e Churchill não largava o charuto. As reuniões dos três para traçar os destinos da guerra e planejar o que fazer depois da vitória se realizavam sob grossas nuvens de fumaça. Quer dizer: na última grande guerra de verdade, a que decidiu quem ficava com o mundo, os fumantes ganharam! Não são poucos os fumantes que vêem nas atuais campanhas contra o tabagismo um certo revanchismo fascista.

Sei lá. O fato é que não quero ouvir mais nenhuma notícia da tia Djalmira, a menos que eu peça.

Fonte: Jornal “Zero Hora” nº 15376, 4/10/2007.

muito bem explicado sobre qualquer coisa abril 29, 2008

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7 lições de ouro de Steve Jobs março 31, 2008

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Criativo, inovador, perfeccionista ao extremo e com um instinto de marketing digno de um pop-star, cada discurso de Steve Jobs é esperado como um grande evento de cultura pop. Algumas de suas lições já entraram para a história:

1. “A inovação define líderes e seguidores”

A inovação só conhece um limite: a imaginação. Quem quiser ganhar um lugar de destaque tem que pensar de forma original, além dos quatro cantos do seu escritório. A inovação não precisa ser tecnológica, pode ser um novo meio de fazer as coisas, com mais simplicidade e eficiência, uma abordagem diferente em relação ao cliente, uma linha de design mais elegante.

2. “Seja um fanático pela qualidade. A maioria das pessoas não está acostumada a um ambiente onde a excelência é a regra”.

A excelência não admite atalhos. Para alcançá-la, além de estabelecê-la como prioridade, terá que empenhar tempo, talento, habilidades e dinheiro para alcançar aqueles dois passos a mais, que fazem toda a diferença.

3. “A única maneira de fazer um grande trabalho é amar o que você faz. Se você ainda não encontrou o trabalho que preenche seus sonhos, não se acomode. Com todas as forças do seu coração, saberá quando encontrar”.

Felicidade, sucesso e excelência se alcançam por quatro palavras: ‘faça o que ama’. Encontre a profissão que lhe dê um senso de profundo significado, direção e satisfação na vida, o que contribuirá não apenas para sua saúde e longevidade, mas também na maneira como vai enfrentar os tempos difíceis, quando vierem.

4. “Um conceito do budismo é ‘uma mente aprendiz’. É maravilhoso ter uma mente aprendiz”.

Uma mente aprendiz vê as coisas como são, e num relance pode perceber o significado real de atos e pessoas. Desenvolver uma mente aprendiz inclui observar o mundo e as coisas livre de preconceitos, julgamentos e fórmulas prontas, como uma criança que descobre o ambiente ao seu redor cheio de curiosidade e êxtase.

Sabe aquelas perguntas óbvias que as crianças fazem que não conseguimos responder? Aí está a mente aprendiz.

5. “Eu sou a única pessoa que eu conheço que perdeu 250 MILHÕES DE DÓLARES em um ano. É o tipo de coisa que molda um caráter”.

Não confunda cometer erros com ser um erro. Não há pessoa de sucesso que não tenha cometido erros na vida, e as que tiveram mais sucesso foram as que arriscaram mais, cometeram mais erros, aprenderam com eles e melhoraram sua performance. Steve Jobs, assim como Michael Jordan, seguiram este caminho.

Você pode encarar um erro como uma besteira a ser esquecida, ou como um resultado que aponta uma nova direção.

6. “Nós existimos para deixar uma marca no universo. De outra maneira, por que estaríamos aqui?”

Você já percebeu que temos coisas imensas a alcançar nesta vida, e estas conquistas futuras acabam sob o pó da rotina enquanto nos servimos mais uma xícara de café e nos enrolamos com nossas pequenas burocracias?

7. “Nosso tempo de vida é limitado, não gaste-o vivendo a vida de outras pessoas”.

Não fique preso a dogmas, não deixe o ruído de outras pessoas vencer sua voz interior e, mais importante, tenha a coragem de seguir seu coração e intuição que, em algum nível, já conhecem a verdade. Todo o resto é secundário.

Você já cansou de viver os projetos e sonhos de outras pessoas? É da nossa vida de que estamos falando, e temos todo o direito de definir e percorrer nosso caminho individual, sem os grilhões ou sutis barreiras criadas por outras pessoas.

É preciso se dar a chance de nutrir suas qualidade criativas, livre de pressões e medos que, na maior parte das vezes, nós mesmos construímos ao nosso próprio redor.

Agora, que tal desligar o iPod e pensar nos seus sonhos? via

EFÊMERO…(*) março 26, 2008

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Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é efêmera, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda em botão.
Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranqüilas, vividas, se entregam ao vento.
Mas a gente não sabe adivinhar. A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Éden e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor.
E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros.
Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos.
Perdemos dias, às vezes anos. Nos calamos quando deveríamos falar;
falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio.
Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação.
Não damos um beijo carinhoso “porque não estamos acostumados com isso”
e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe
automaticamente o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós.
Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente.
Cobramos, dos outros, da vida, de nós mesmos.
Nos consumimos. Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente.
E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos?
Isso faria uma grande diferença!
E o tempo passa…
Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.
Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos pra trás. E então nos perguntamos: e agora ?
Agora, HOJE, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
Não olhe para trás. O que passou, passou.
O que perdemos, perdemos.
Olhe para frente!
Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor.
Ainda é tempo de voltar-se para Deus e agradecer pela vida, que mesmo efêmera, ainda está em nós.
Pense!…
Não o perca mais!…
“O que somos é um presente que a vida nos dá. O que nós seremos é umpresente que daremos à vida.”
Herbert de Souza
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