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Como identificar um campograndense outubro 5, 2008

Posted by lilaliss in humor.
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Essa capital, que todo mundo não sabe nem o estado onde fica, tem habitantes muito característicos. Aprenda agora como reconhecer e identificar um campograndense

  • Você ouve seus amigos dizerem: “Morena dos dente aberto, vai no pagode que o baruio é certo!”
  • Tem orgulho de ter uma das maiores exposições agropecuárias do Brasil, mas odeia passar pelos pavilhões de gado e sentir aquele cheirinho de cocô de vaca.
  • Acha estranho cidades com vários McDonald’s.
  • Come Big Mac por status, mas não resiste a um x-tudo dos carrinhos da Afonso Pena no fim da balada.
  • Vai pro Comper Jardim dos Estados beber no estacionamento depois da balada. Ou durante a balada.
  • Nas férias de inverno, vai pra fazenda.
  • Nas férias de verão, vai pra fazenda.
  • Você classifica “selva de pedra” como substantivo abstrato.
  • Você sabe o que é uma guria.
  • Diz que São Paulo é poluída demais, mas quando anda no centro, joga lixo no chão. E vive reclamando que o centro da cidade é muito sujo.
  • Você percebe que tem cocô de capivara no seu sapato, depois que você volta da Universidade Federal.
  • É capaz de passar um dia inteiro tomando tereré e se os amigos quiserem. E a noite inteira também.
  • Você se enquadra em alguma dessas classificações: boy, agroboy, fazendeiro, nerd, ou maluco.
  • Sabe que um Joselito é um agroboy e já estudou com uma média de 10 agroboys em toda a sua vida.
  • Diz “vou no Macalé” sem ter a mínima idéia se vai realmente lá.
  • Sai a 1 da manhã do sábado de casa e ainda não escolheu em qual balada vai. E quando escolhe alguma, não tem mais ninguém lá.
  • Faz happy-hour pra encher a cara.
  • Leva ½ hora para dar a volta de carro no seu quarteirão (tem que parar pra tomar tereré em todas as casas).
  • E, como não podia deixar de ser, acha a sua cidade a mais linda, a que tem as ruas mais largas, mas também acha que está ficando muito violenta, que o trânsito é um inferno, que vai morar em outra cidade. Mas não consegue sair daqui.
  • Você sabe o que é um sobá.
  • Aliás, você termina suas baladas de sábado na feira.
  • Acha que os Bugrinhos da Conceição dos Bugres são a coisa mais cult do mundo, além de serem presentes baratos para pessoas distantes.
  • Tem o privilégio de AINDA assistir o O Povo na TV, enquanto no resto do país o SBT exibe Os Simpsons.
  • O maior point da sua turma é um posto de gasolina.
  • Os bares da cidade são inagurados e fechados num intervalo de tempo de 3 meses, em média.
  • Sabe que as bandas de vanerão da cidade tem nomes mais compridos do que as de rock.
  • Sabe que o governador do Estado (ex-atual-seilá prefeito da cidade) e o Michael Jackson tem algo em comum.
  • Jura de pés juntos que não existe melhor peixe do que o da Casa do Peixe, na cabeça de Boi.
  • E na quarta-feira faz aquele programa básico de pobre: meia-entrada no Cinemark e Batata recheada de frango por 5,50.
  • Você tirou carteirinha de estudante mas não é todo lugar que aceita.
  • Sua mãe acorda cedo no domingo e dirige até o centro, pra ver se saiu em algum jornal distribuído gratuitamente na Afonso Pena.
  • Você visitou tantas vezes o Museu Dom Bosco que já sabe de cor a ordem das borboletas empalhadas.
  • Você fala que não gosta de ir ao shopping, que a cidade não precisa de um shopping novo, mas no fundo no fundo tá doidinho pra que se inaugure um novo shopping.
  • Quando se esgotam as opções de “balada”, vai gastar gasolina a toa dando uma volta no parque dos poderes.
  • Tem péssima memória “climatológica”. Jura até a morte que ano passado não fez frio, mas que esse ano, está sendo supreendido por um frio intenso e passageiro. Ano que vem se esquecerá completamente disso, dirá que este ano não fez frio, e se emocionará, novamente, com a descoberta de uma frente fria no ano que vem.
  • A mesma coisa com o calor. Se esquece completamente que 2 dias antes da temperatura cair a 8 graus estava fazendo 38 graus e não chovia há 1 mês. Ano que vem, você dirá que este ano não foi assim tão quente. É tudo culpa do aquecimento global.
  • Qualquer dor de cabeça ou mal estar que você tenha, independente dos exames médicos, necessariamente pra você será dengue. Ou qualquer tosse ou gripe que você tenha é “virose”. E não só você tem, mas a cidade inteira tem.
  • Você sempre perde o par de luvas que comprou durante a frente fria passada e terá que comprar outra no camelódromo. Você perderá essa luva no dia seguinte.
  • Você acredita, sinceramente, que em Campo Grande não existem favelas só por que não existem morros.
  • Você tem Orkut, já usou o mIRC e conheceu pelo menos 30% dos seus amigos atuais pela internet.
  • Você gosta de provocar os cuiabanos. Mesmo sem necessidade nenhuma disso.
  • Depois que consegue irritar os cuiabanos, assume a personalidade blasè e diz que eles estão sendo infantis.
  • E quando eles finalmente são apaziguados e quase topam ser seu amigo, você alfineta eles de novo.
  • Quando sai notícia de Campo Grande na mídia Nacional, fica todo animado. Daí respira fundo, conta até dez e faz pose blasè: “Cidade merda… Nem pra aparecer no jornal com noticia boa!”.
  • Se emociona quando descobre que vão contruir o 1° Wall-Mart na cidade.
  • Jura que esse ano Campo Grande vai ter 1 milhão de habitantes. E todo ano quebra a cara com o aumento de 8 pessoas na população da cidade.
  • Você sabe que chipa não leva fermento.
  • Tem o “hábito” de jogar lixo e papel no chão quando está dirigindo, e se acha muito asseado e civilizado.

Como identificar um campograndense – Metamorfose Digital

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