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Os 10 tipos de viciados mais irritantes outubro 26, 2008

Posted by lilaliss in humor.
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Atire a primeira pedra quem ainda não teve aquele amigo que é fascinado em falar sobre drogas. Zombam de quem toma uma cervejinha dizendo que um “cigarrinho do capeta” ou uma “carreira” não faz tanto mal quanto. Vivem te chamando de “careta” e falam de drogas como se o papa falasse da Igreja. Por isso, de todos os “drogadictos” ou postulantes a ser, segue aqui uma seleção dos 10 mais “malas”.

  1. O da pedra filosofal: Até ontem era um garoto comum e bastante normal. Então um amigo sacana lhe apresentou o “bagulho”; ainda que desconfiado “deu um tapa na bagana” e agora crê que é o Neo após descobrir a Matrix. Acordou de um longo e letárgico sono e agora “sabe tudo” e está ansioso para contar a todos. Não há canção que não fale de drogas nem filme que não seja uma metáfora lisérgica. Pressiona seus amigos com ordinárias interpretações de um mundo melhor com as drogas e se eles tentam discutir a “grande verdade” revelada, contesta com soberba:– “… deixa pra lá… sua cabeça é muito fechada para entender isso”.
  2. O fanático religioso: Bob Marley é Deus, Jamaica a meca e o reggae música celestial. Este imbecil tem uma necessidade incontida de que todo mundo se inteire de sua idiota devoção e não economiza em recursos: broches de palha de milho, camisetas com frases “inventivas”, o quarto com posters de Marley e toda merd@ possível relacionada as cores rasta fazem parte de seu uniforme. Alguns usam aquele penteado estranho, o dreadlocks, onde “mocosam” a droga. Relaciona-se só com seres de sua espécie e qualquer coisa que não envolva um “baseado” automaticamente é “careta”.
  3. O militante combativo: Nem luta de classes, nem guerras de poder, nem sede de conquista: a verdadeira questão da história do mundo é a legalização. Com a convicção de um taliban fundamentalista este idiota faz parte de todo tipo de ativismo: desde plantar sementes nas praças públicas até organizar uma festa para soltar foguetes e balões no dia do aniversário de Bob Marley, qualquer desculpa é válida para repetir pela enésima vez seu manifesto a favor das drogas.
  4. O esnobe: Sem dúvidas um dos piores, esta classe de imbecil deveria ter seu saco depilado a pinça. Examina a cada “baseado” que lhe cai nas mãos com a severidade de um sommelier em frente a uma garrafa de vinho de mil dólares. Invariavelmente qualquer coisa será uma merd@ em comparação às três milhões de variedades de maconh@ que provou em Amsterdam, ao h@xixe que fumou no Marrocos ou ao quanto louco ficou certa noite quando um grupo de monges cambojanos o convidaram exclusivamente para comer cogumelos mágicos no Tibet. Eita bicho nojento!
  5. O botânico empreendedor: Farto de depender da caótica cadeia de distribuição de maconh@, o botânico convence-se de que o melhor é ser auto-suficiente e embarca com paixão na aventura do auto-cultivo. Preocupado com informação, não está nem aí se aborrece a meio mundo com seus insuportáveis monólogos sobre suas plantas, às que se refere como se fossem suas filhas, e terá investido a metade de seu patrimônio em lustres especiais, sementes importadas do Congo Belga e quanta porcaria encontre para melhorar seu jardim.
  6. O consumista responsável: Drogar-se é para ele uma escolha, uma forma de vida, uma ideologia e, como tal, merece estar fundamentada em bases sólidas e argumentos irrefutáveis. Com inquebrantável disciplina este energúmeno estudou toda a bibliografia que existe sobre o tema e recompila prolixamente todos e cada um dos artigos que encontra referidos às drogas e seus efeitos. Está “tão por dentro” de todas as novidades que é praticamente uma verdadeira enciclopédia falante. Diz que nunca ficou “chapado”, é um erudito e exige respeito.
  7. O que se acha uma estrela do rock: Todos os demais são uns otários em comparação a ele, que se crê o melhor e mais perfeito ser humano da face da terra quando se droga. Tem um violão “Tonante” caindo aos pedaços e toca todas as músicas usando a seqüência dos acordes de ré, o único que aprendeu em anos. Adora falar sobre si mesmo em terceira pessoa e de referir-se ao “baseado” como se fosse seu amigo, e para tais fins lhe coloca nomes ridículos como “jow”, “brau” ou “mary”. É incapaz de contar um episódio sem esclarecer a cada dois minutos que estava “totalmente noiado” e que a “larica” está batendo.
  8. O “não às drogas”: Nêmesis de todos os anteriores, o “não às drogas” se define como um tipo sério e despreza a todos os que “caíram nessa”. Refere a todos os dragões como “hippies de merd@” e pensa que o mundo seria um lugar melhor se eles apodrecessem numa ilha qualquer do pacífico. Este anormal é dos mais perigosos, já que por trás de seu discurso do tipo centrado esconde-se um viking capaz de absorver litros e mais litros de cerveja como uma esponja até perder o sentido e cometer as atrocidades mais impensadas. Jamais amanheceria em sua casa a não ser pelos 4 amigos que se encarregam de arrastá-lo a cada noite, e ainda que acorde invariavelmente abraçado ao vaso sanitário e a ressaca o atormente a cada fim de semana não há maneira de que o mongólico se convença de que o álcool é, sim, uma droga, e das piores.
  9. O “estraguinado”: A este retardado mental não bastava somente ficar louco, ele queria provar que podia ficar tri louco e “baratinado” e conseguiu as custas de empreender uma carreira demencial que o levou a fumar, beber e aspirar qualquer bost@ que tivesse a sua frente, desde um comprimido de prozac até a um frasco inteiro de Optalidon acompanhado por um litro de perfume vagabundo. Experimenta de tudo só para ter a sensação de conhecer uma nova droga. Seus dias são cinzas e chatos, espera a chegada de John Lennon que irá ressuscitar no próximo natal. Faz 10 anos que poupa para ir passar as férias novamente em Trancoso, local onde perdeu a virgindade e aprendeu a fumar com uma put@ hippie.
  10. O “estraguinado” que se salvou: Parente do anterior, mas numa versão ainda mais insuportável. Após amanhecer com o “rabo ardendo” e babando no meio-fio sem conseguir se lembrar como poderia ter chegado até ali, este idiota decidiu que era hora de “sossegar o rabo” e abandonou de supetão todos os seus vícios. Até aí tudo bem, só que como um ex fumante extremista, agora ele se dedica a pregar as maravilhas da vida saudável e fala “o que passou” como se tivesse mesmo atravessado o inferno e logrou sair ileso. Ante a mínima fumaça de cigarro ou “marofa”, se põe sério e em tom grave começa a relatar os pormenores de sua experiência de vida, como se se tratasse de um enviado divino com a missão de salvar à humanidade dos males terrenos.

Os 10 tipos de viciados mais irritantes – Metamorfose Digital

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